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quarta-feira, 11 de julho de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Lugano: "Um dia voltarei ao Brasil e ao São Paulo"
Com 31 anos de idade e 12 de carreira, Diego Lugano já faz parte de uma classe de jogadores que transformou o futebol uruguaio num dos mais respeitados do mundo. Tanto com a camisa da seleção como defendendo as cores de clubes como São Paulo, Fenerbahçe e Paris Saint-Germain, La Tota deixou a sua marca, ganhando títulos e transformando-se em referência, principalmente pela garra demonstrada em qualquer partida.
Direto da França, o capitão do selecionado celeste, quarto colocado na Copa do Mundo da FIFA 2010 e campeão da Copa América 2011, conversou com o FIFA.com sobre o bom momento da seleção, sobre sua atual fase no PSG e fez uma revelação para deixar qualquer são-paulino esperançoso: "Um dia voltarei ao Brasil para jogar no São Paulo".
Confira a entrevista completa:
FIFA.com: O que significa para você fazer parte deste momento de tanto sucesso da Celeste?Diego Lugano: É um orgulho muito grande fazer parte deste processo, que está de acordo com o nível da cultura e da história do futebol do Uruguai. Recolocamos a seleção entre as melhores do futebol mundial, não só com títulos e boas atuações, mas impondo respeito. Agora todos jogam contra o Uruguai como se estivessem em uma final para ganhar prestígio. Isso nos deixa feliz e nos motiva para seguir por este caminho.
Vocês se consideram a melhor seleção da América do Sul?Independentemente do que sentimos ou deixamos de sentir, é o que os números indicam. Fomos os melhores na Copa do Mundo, ganhamos a Copa América e estamos em primeiro nas eliminatórias sul-americanas. Além disso, não é qualquer seleção que chega a 14 partidas sem derrotas. Por isso digo que hoje somos a equipe a ser batida na América do Sul, mas não deixamos o sucesso subir à cabeça. Este grupo trabalha todos os dias com humildade para manter-se, o que já é difícil, e para alcançar novas metas. Este ano, além das eliminatórias temos os Jogos Olímpicos, uma competição que o Uruguai conquistou por duas vezes, o que a torna muito especial.
As boas campanhas despertam expectativas, mas também geram obrigações. Classificar-se ao Brasil 2014 é uma delas?Conquistar uma vaga para a Copa do Mundo não é uma obrigação atual e sim histórica. A diferença é que hoje estamos num ótimo momento. Se tivemos dificuldades é porque as eliminatórias sul-americanas são as mais difíceis do mundo. E estas não serão diferentes, mesmo que tenhamos iniciado bem.
É difícil pensar nas duas próximas partidas da seleção faltando tanto tempo?Para nós não é difícil, pois são as mais importantes que temos pela frente. A Venezuela deixou de ser simplesmente uma equipe que pode tirar pontos, passou a ser um rival direto na briga pela vaga, e o mesmo ocorre com o Peru. Nas últimas três eliminatórias não conseguimos conquistar, em Montevidéu, os seis pontos contra essas duas seleções. Vencê-las nos deixaria muito bem colocados para a sequência da competição, mesmo que as outras seis partidas deste ano também sejam decisivas, pois o objetivo é a classificação direta.
Muitos pensam que, por ser o anfitrião, o Brasil será o grande favorito em 2014. Você, que já jogou e foi ídolo no futebol brasileiro, o que pensa a respeito?Pela grandeza que tem e pela necessidade de ganhar um título em casa, sem dúvida o Brasil deverá conviver com muita pressão e responsabilidade, o que é difícil de administrar. Eu gosto de ter esse tipo de pressão, pois nos direciona a grandes feitos. O Brasil já demonstrou no passado que sabe conduzir esse tipo de situação, mas é difícil apontar hoje se o grupo que vai à Copa do Mundo saberá lidar com isso. O que houve em 1950 não quer dizer nada.
Em relação a 1950, você acredita que o Uruguai pode repetir semelhante façanha?Espere, primeiro precisamos nos classificar (risos). Mas, se o Uruguai garantir vaga na Copa do Mundo e chegar lá no mesmo nível em que estamos hoje, seguramente será protagonista. Não sei se favorito, mas sem dúvida será muito respeitado.
A Copa do Mundo da FIFA 1950 fez com que Obdulio Varela, capitão daquela seleção, fosse praticamente imortalizado. Você se inspira nele?O futebol uruguaio tem mais de 100 anos de história e revelou grandes capitães, algo que se transmite de geração em geração. Herdamos essas coisas de jogadores mais recentes, como Enzo Francescoli, por exemplo, que deu tudo por esta camisa. Varela foi uma das maiores referências, e estou orgulhoso de ser o sucessor de todos os que já ostentaram a braçadeira de capitão e da responsabilidade que isso exige. O ideal é ser um capitão como os de antes, mas adaptado aos tempos modernos.
Vamos falar do seu atual momento na França. Você se imagina ídolo do Paris Saint-Germain como foi nos clubes anteriores?No ano passado aceitei a mudança como um desafio, como uma meta de que eu precisava. Queria começar do zero, me motivar outra vez, sentir a adrenalina e a pressão de jogar numa equipe diferente, num clube grande, que não ganha títulos há anos e precisa deles urgentemente. Vou dar o máximo e tomara que todos reconheçam isso. Tenho um grande compromisso com a causa.
Algo que nos causa estranheza é que você não parece fazer um grande esforço para jogar na Espanha, Inglaterra ou Itália...Não faço nenhum grande esforço. Joguei no São Paulo, o clube mais importante do Brasil. Atuei na Turquia, onde se vive o futebol com uma paixão incrível, e num clube como o Fenerbahçe, que mobiliza mais gente do que você pode imaginar. Agora estou no PSG, o maior clube da França, participando de um projeto muito ambicioso. Prefiro realmente desfrutar do lugar onde estou a sonhar com outra coisa.
Não pensa em voltar a atuar na América do Sul antes de parar de jogar?
Sim, um dia voltarei ao Brasil para jogar no São Paulo, que é a equipe que me projetou na carreira. Sou identificado com o clube, os torcedores pedem para eu voltar. Na Turquia também foi marcante, mas creio que a única chance de voltar à América do Sul é para o São Paulo.
Deixando o futebol um pouco de lado, o que é mais difícil: jogar uma Copa do Mundo, ser o único filho homem entre cinco irmãs ou ser pai?As três tarefas são dificílimas (risos). Ser pai é para toda a vida e envolve uma responsabilidade muito maior que jogar bem. É complicado, pois nós jogadores vivemos numa espécie de bolha. Os nossos filhos crescem nesta situação irreal e precisam saber que a maioria de nós precisou lutar para crescer. E não é fácil, pois ficamos longe de casa, às vezes em outro país, numa luta diária e complicada. Não se tem certeza de que vai dar certo, mas ainda assim se luta por esse objetivo.
Quando criança, deve ter sido difícil falar de futebol com tantas mulheres ao redor, não? Claro que ajudava ter um pai jogador...Falava-se pouco, e fala-se pouco agora também. É necessário ter os pés no chão, e esse é o papel da família. Com o meu pai sempre acabamos discutindo, pois ele nunca está satisfeito, nem comigo, nem com a minha equipe, nem com a seleção. É difícil dialogar com quem pertenceu a outra época, quem viveu outras coisas, mas sei que ele está orgulhoso de mim.
Para concluir, se o FIFA.com esfregasse a lâmpada mágica, o gênio aparecesse e você tivesse três desejos esportivos para 2012, o que pediria?O que mais me motiva é ir aos Jogos Olímpicos, por tudo o que a competição representa para o povo uruguaio. É difícil, porque só entram três jogadores acima da idade, mas desejo de coração. Depois, que os meus compatriotas sigam jogando bem nas suas equipes, pois isso é proveitoso para todos nós e deixa o futebol uruguaio em alto nível. E também gostaria muito de me firmar no PSG conquistando um título.
Fonte: FIFA.com
Confira a entrevista completa:
FIFA.com: O que significa para você fazer parte deste momento de tanto sucesso da Celeste?Diego Lugano: É um orgulho muito grande fazer parte deste processo, que está de acordo com o nível da cultura e da história do futebol do Uruguai. Recolocamos a seleção entre as melhores do futebol mundial, não só com títulos e boas atuações, mas impondo respeito. Agora todos jogam contra o Uruguai como se estivessem em uma final para ganhar prestígio. Isso nos deixa feliz e nos motiva para seguir por este caminho.
Vocês se consideram a melhor seleção da América do Sul?Independentemente do que sentimos ou deixamos de sentir, é o que os números indicam. Fomos os melhores na Copa do Mundo, ganhamos a Copa América e estamos em primeiro nas eliminatórias sul-americanas. Além disso, não é qualquer seleção que chega a 14 partidas sem derrotas. Por isso digo que hoje somos a equipe a ser batida na América do Sul, mas não deixamos o sucesso subir à cabeça. Este grupo trabalha todos os dias com humildade para manter-se, o que já é difícil, e para alcançar novas metas. Este ano, além das eliminatórias temos os Jogos Olímpicos, uma competição que o Uruguai conquistou por duas vezes, o que a torna muito especial.
As boas campanhas despertam expectativas, mas também geram obrigações. Classificar-se ao Brasil 2014 é uma delas?Conquistar uma vaga para a Copa do Mundo não é uma obrigação atual e sim histórica. A diferença é que hoje estamos num ótimo momento. Se tivemos dificuldades é porque as eliminatórias sul-americanas são as mais difíceis do mundo. E estas não serão diferentes, mesmo que tenhamos iniciado bem.
É difícil pensar nas duas próximas partidas da seleção faltando tanto tempo?Para nós não é difícil, pois são as mais importantes que temos pela frente. A Venezuela deixou de ser simplesmente uma equipe que pode tirar pontos, passou a ser um rival direto na briga pela vaga, e o mesmo ocorre com o Peru. Nas últimas três eliminatórias não conseguimos conquistar, em Montevidéu, os seis pontos contra essas duas seleções. Vencê-las nos deixaria muito bem colocados para a sequência da competição, mesmo que as outras seis partidas deste ano também sejam decisivas, pois o objetivo é a classificação direta.
Muitos pensam que, por ser o anfitrião, o Brasil será o grande favorito em 2014. Você, que já jogou e foi ídolo no futebol brasileiro, o que pensa a respeito?Pela grandeza que tem e pela necessidade de ganhar um título em casa, sem dúvida o Brasil deverá conviver com muita pressão e responsabilidade, o que é difícil de administrar. Eu gosto de ter esse tipo de pressão, pois nos direciona a grandes feitos. O Brasil já demonstrou no passado que sabe conduzir esse tipo de situação, mas é difícil apontar hoje se o grupo que vai à Copa do Mundo saberá lidar com isso. O que houve em 1950 não quer dizer nada.
Em relação a 1950, você acredita que o Uruguai pode repetir semelhante façanha?Espere, primeiro precisamos nos classificar (risos). Mas, se o Uruguai garantir vaga na Copa do Mundo e chegar lá no mesmo nível em que estamos hoje, seguramente será protagonista. Não sei se favorito, mas sem dúvida será muito respeitado.
A Copa do Mundo da FIFA 1950 fez com que Obdulio Varela, capitão daquela seleção, fosse praticamente imortalizado. Você se inspira nele?O futebol uruguaio tem mais de 100 anos de história e revelou grandes capitães, algo que se transmite de geração em geração. Herdamos essas coisas de jogadores mais recentes, como Enzo Francescoli, por exemplo, que deu tudo por esta camisa. Varela foi uma das maiores referências, e estou orgulhoso de ser o sucessor de todos os que já ostentaram a braçadeira de capitão e da responsabilidade que isso exige. O ideal é ser um capitão como os de antes, mas adaptado aos tempos modernos.
Vamos falar do seu atual momento na França. Você se imagina ídolo do Paris Saint-Germain como foi nos clubes anteriores?No ano passado aceitei a mudança como um desafio, como uma meta de que eu precisava. Queria começar do zero, me motivar outra vez, sentir a adrenalina e a pressão de jogar numa equipe diferente, num clube grande, que não ganha títulos há anos e precisa deles urgentemente. Vou dar o máximo e tomara que todos reconheçam isso. Tenho um grande compromisso com a causa.
Algo que nos causa estranheza é que você não parece fazer um grande esforço para jogar na Espanha, Inglaterra ou Itália...Não faço nenhum grande esforço. Joguei no São Paulo, o clube mais importante do Brasil. Atuei na Turquia, onde se vive o futebol com uma paixão incrível, e num clube como o Fenerbahçe, que mobiliza mais gente do que você pode imaginar. Agora estou no PSG, o maior clube da França, participando de um projeto muito ambicioso. Prefiro realmente desfrutar do lugar onde estou a sonhar com outra coisa.
Não pensa em voltar a atuar na América do Sul antes de parar de jogar?
Sim, um dia voltarei ao Brasil para jogar no São Paulo, que é a equipe que me projetou na carreira. Sou identificado com o clube, os torcedores pedem para eu voltar. Na Turquia também foi marcante, mas creio que a única chance de voltar à América do Sul é para o São Paulo.
Deixando o futebol um pouco de lado, o que é mais difícil: jogar uma Copa do Mundo, ser o único filho homem entre cinco irmãs ou ser pai?As três tarefas são dificílimas (risos). Ser pai é para toda a vida e envolve uma responsabilidade muito maior que jogar bem. É complicado, pois nós jogadores vivemos numa espécie de bolha. Os nossos filhos crescem nesta situação irreal e precisam saber que a maioria de nós precisou lutar para crescer. E não é fácil, pois ficamos longe de casa, às vezes em outro país, numa luta diária e complicada. Não se tem certeza de que vai dar certo, mas ainda assim se luta por esse objetivo.
Quando criança, deve ter sido difícil falar de futebol com tantas mulheres ao redor, não? Claro que ajudava ter um pai jogador...Falava-se pouco, e fala-se pouco agora também. É necessário ter os pés no chão, e esse é o papel da família. Com o meu pai sempre acabamos discutindo, pois ele nunca está satisfeito, nem comigo, nem com a minha equipe, nem com a seleção. É difícil dialogar com quem pertenceu a outra época, quem viveu outras coisas, mas sei que ele está orgulhoso de mim.
Para concluir, se o FIFA.com esfregasse a lâmpada mágica, o gênio aparecesse e você tivesse três desejos esportivos para 2012, o que pediria?O que mais me motiva é ir aos Jogos Olímpicos, por tudo o que a competição representa para o povo uruguaio. É difícil, porque só entram três jogadores acima da idade, mas desejo de coração. Depois, que os meus compatriotas sigam jogando bem nas suas equipes, pois isso é proveitoso para todos nós e deixa o futebol uruguaio em alto nível. E também gostaria muito de me firmar no PSG conquistando um título.
Fonte: FIFA.com
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
Lugano se inspira no São Paulo para acabar com jejum do Uruguai
Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, defensor fala sobre retorno ao Morumbi, apoio do Brasil e a responsabilidade de ser o capitão da Celeste
Lugano já foi capitão do Uruguai em 55 jogos
(Foto: Marcos Felipe / Globoesporte.com)
(Foto: Marcos Felipe / Globoesporte.com)
E uma das inspirações do defensor para liderar a seleção uruguaia, favorita na decisão do próximo domingo diante do Paraguai, vem do Brasil. Mais especificamente do São Paulo, clube que Lugano defendeu entre 2003 e 2006 e no qual conquistou seus principais títulos na carreira: a Taça Libertadores e o Mundial de Clubes de 2005.
- Quando se está no São Paulo, você tem que vencer. É um clube exigente que traz uma mentalidade ganhadora. Todo ano você tem que levantar um troféu. E você acaba se acostumando a isso. Isso é importante, ajuda. Essa experiência eu procuro passar para os mais jovens aqui na seleção – disse Lugano, em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM.
Me imagino um dia voltando para o São Paulo por conta de tudo que o clube me deu"
Lugano
- Eu aprendi com o Rogério Ceni a ter a vocação e a vontade de vencer sempre. É um cara que deseja conquistar taças e levar seu grupo a ser o melhor. Seja no treino, no rachão, no Paulista, na Libertadores. Sempre foi assim. Acho que ninguém no mundo tem essa fome que ele tem – elogiou o zagueiro do Fenerbahçe.
Além dos elogios a Ceni, o trintão Lugano também falou no animado papo sobre a ansiedade pela partida de domingo, o resgate do futebol uruguaio, o apoio da torcida brasileira e sobre o seu futuro que, obviamente, pode ser no Tricolor do Morumbi. Confira mais abaixo.
Responsabilidade de ser capitão
Não sei o que tem que ter (para ser o capitão). Não sei se tenho isso. Isso quem tem que falar são meus companheiros. Mas alguma coisa eu tenho. Afinal já são 55 jogos com a braçadeira. Sou o jogador com mais jogos como capitão na seleção já que comecei muito novo (Nota: Lugano estreou em 1º de julho de 2003 em um amistoso contra Hong Kong e tem 63 jogos pela Celeste). Só sei que doo tudo eu que tenho para que esse grupo consiga resultados. Mas também se não tivermos, pois às vezes não depende só de nós, quero que esse elenco tenha uma imagem positiva para nossas crianças e para nosso país. O futebol ocupa um espaço muito grande na mídia e, por isso, o comportamento tem que ser exemplar.
Ansiedade pela decisão
Não é possível dormir sem que ao menos uma vez a imagem (de levantar a taça) não passe pela cabeça. Procuro manter a calma. Tento usar a experiência para ajudar nos dias que antecedem (a final) e tento manter o clima de tranquilidade e harmonia em todo o grupo.
Título para o povo
A gente está valorizando muito esse trabalho. Valorizando o amor que a gente coloca na seleção. Queremos dar ao povo algo para comemorar e para se sentir orgulho e mostrar que o Uruguai não vive só de história, mas também do presente.
Família Celeste
Não pode ter no mundo do futebol uma harmonia, um ambiente melhor do que o temos. Foi muito difícil nas eliminatórias quando o Uruguai não jogava bem e era criticado (Nota: o time só se classificou para o Mundial de 2010 na repescagem). Então esse grupo se fechou. Não sei se isso ganha título, mas ajuda na hora que você vencer ter um cara (amigo) de verdade para abraçar. E também na hora da derrota ter um cara para te apoiar. Você desfruta muito mais os triunfos. É ótimo jogar pela seleção com seres humanos excepcionais. Não tenho muito mais palavras para descrever. Só convivendo aqui para entender.
BRASIL MUNDIAL F.C.: caso de amor entre Uruguai e Brasil. E não é com Lugano
Lugano em ação pela seleção uruguaia: Aos 30 anos, zagueiro já disputou 63 partidas pela Celeste (AP)
Resgate do futebol uruguaio e comparações com o Brasil
Isso já vem acontecendo nos últimos anos. Fomos muito bem na Copa do Mundo. Mas ser campeão é difícil, afinal são mais de 200 seleções filiadas à Fifa. Chegar entre os quatro também, ainda mais para um país como o Uruguai que é pequeno. Não sei se estamos melhor que o Brasil, mas acho que hoje estamos no mesmo nível. Nos últimos quatro, cinco anos o nosso futebol conseguiu se organizar um pouquinho e, organizado, o Uruguai pode ser forte. Estamos chegando bem em todas competições e em todas as categorias (Nota: a seleção sub-20 se classificou para os Jogos Olímpicos de 2012, enquanto a sub-17 é atual vice-campeã mundial).

Carinho da torcida brasileira
A gente fala muito disso aqui, sobretudo nós que temos um contato mais próximo com o Brasil. Passamos essa empatia que temos com vocês para os nossos companheiros. Não sei explicar porque isso acontece, mas acho que o nosso time ganhou o carinho não só do Brasil, mas de todo o mundo, porque é um grupo que dá a vida pela seleção, mas sem faltar com o respeito a ninguém. Acho que isso vai gerando uma simpatia. Tomara que na próxima Copa do Mundo o Brasil também torça por nós (risos).
Copa de 2014
Espero estar lá. Mas primeiro tenho que pensar no domingo. Já é difícil estar amanhã na seleção, imagina daqui a três anos (risos). Mas projeto disputar a Copa, pois se a gente não pensa grande, nunca chega.
Futuro no São Paulo?
Evidentemente eu tenho uma forte ligação com o São Paulo. Sou torcedor do clube e os torcedores gostam de mim. Estou feliz no Fenerbahçe, onde tenho mais dois anos de contrato. Mas sem dúvida penso em voltar um dia. Mas não sou adivinho e não tenho uma bola mágica. Não sei se isso vai acontecer amanhã, ano que vem ou se nunca vai acontecer. Mas eu me imagino um dia voltando para o São Paulo por conta de tudo que o clube me deu.
Uruguai e Paraguai se enfrentam no próximo domingo, às 16h (de Brasília), em Buenos Aires. O SporTV e o GLOBOESPORTE.COM transmitem ao vivo a decisão da Copa América. O site ainda acompanha em Tempo Real a partida.
Lugano nos tempos de São Paulo (Foto: VIPCOMM)
Não sei o que tem que ter (para ser o capitão). Não sei se tenho isso. Isso quem tem que falar são meus companheiros. Mas alguma coisa eu tenho. Afinal já são 55 jogos com a braçadeira. Sou o jogador com mais jogos como capitão na seleção já que comecei muito novo (Nota: Lugano estreou em 1º de julho de 2003 em um amistoso contra Hong Kong e tem 63 jogos pela Celeste). Só sei que doo tudo eu que tenho para que esse grupo consiga resultados. Mas também se não tivermos, pois às vezes não depende só de nós, quero que esse elenco tenha uma imagem positiva para nossas crianças e para nosso país. O futebol ocupa um espaço muito grande na mídia e, por isso, o comportamento tem que ser exemplar.
Doo tudo que tenho para que esse grupo consiga resultados"
Lugano
Não é possível dormir sem que ao menos uma vez a imagem (de levantar a taça) não passe pela cabeça. Procuro manter a calma. Tento usar a experiência para ajudar nos dias que antecedem (a final) e tento manter o clima de tranquilidade e harmonia em todo o grupo.
Título para o povo
A gente está valorizando muito esse trabalho. Valorizando o amor que a gente coloca na seleção. Queremos dar ao povo algo para comemorar e para se sentir orgulho e mostrar que o Uruguai não vive só de história, mas também do presente.
Família Celeste
Não pode ter no mundo do futebol uma harmonia, um ambiente melhor do que o temos. Foi muito difícil nas eliminatórias quando o Uruguai não jogava bem e era criticado (Nota: o time só se classificou para o Mundial de 2010 na repescagem). Então esse grupo se fechou. Não sei se isso ganha título, mas ajuda na hora que você vencer ter um cara (amigo) de verdade para abraçar. E também na hora da derrota ter um cara para te apoiar. Você desfruta muito mais os triunfos. É ótimo jogar pela seleção com seres humanos excepcionais. Não tenho muito mais palavras para descrever. Só convivendo aqui para entender.
BRASIL MUNDIAL F.C.: caso de amor entre Uruguai e Brasil. E não é com Lugano
Isso já vem acontecendo nos últimos anos. Fomos muito bem na Copa do Mundo. Mas ser campeão é difícil, afinal são mais de 200 seleções filiadas à Fifa. Chegar entre os quatro também, ainda mais para um país como o Uruguai que é pequeno. Não sei se estamos melhor que o Brasil, mas acho que hoje estamos no mesmo nível. Nos últimos quatro, cinco anos o nosso futebol conseguiu se organizar um pouquinho e, organizado, o Uruguai pode ser forte. Estamos chegando bem em todas competições e em todas as categorias (Nota: a seleção sub-20 se classificou para os Jogos Olímpicos de 2012, enquanto a sub-17 é atual vice-campeã mundial).
Apesar do estilo viril, Lugano só foi expulso uma
única vez com a camisa do Uruguai
única vez com a camisa do Uruguai
A gente fala muito disso aqui, sobretudo nós que temos um contato mais próximo com o Brasil. Passamos essa empatia que temos com vocês para os nossos companheiros. Não sei explicar porque isso acontece, mas acho que o nosso time ganhou o carinho não só do Brasil, mas de todo o mundo, porque é um grupo que dá a vida pela seleção, mas sem faltar com o respeito a ninguém. Acho que isso vai gerando uma simpatia. Tomara que na próxima Copa do Mundo o Brasil também torça por nós (risos).
Copa de 2014
Espero estar lá. Mas primeiro tenho que pensar no domingo. Já é difícil estar amanhã na seleção, imagina daqui a três anos (risos). Mas projeto disputar a Copa, pois se a gente não pensa grande, nunca chega.
Futuro no São Paulo?
Evidentemente eu tenho uma forte ligação com o São Paulo. Sou torcedor do clube e os torcedores gostam de mim. Estou feliz no Fenerbahçe, onde tenho mais dois anos de contrato. Mas sem dúvida penso em voltar um dia. Mas não sou adivinho e não tenho uma bola mágica. Não sei se isso vai acontecer amanhã, ano que vem ou se nunca vai acontecer. Mas eu me imagino um dia voltando para o São Paulo por conta de tudo que o clube me deu.
Uruguai e Paraguai se enfrentam no próximo domingo, às 16h (de Brasília), em Buenos Aires. O SporTV e o GLOBOESPORTE.COM transmitem ao vivo a decisão da Copa América. O site ainda acompanha em Tempo Real a partida.
Fonte:Globo Esporte
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Copa América 2011,
ENTREVISTA
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Entrevista com Lugano - Ovación Digital (Uruguai)

Em seu último dia no Uruguai, onde passou as férias aproveitando a pausa no futebol europeu, Diego Lugano Ovation falou de algumas das notícias que começou este 2011.
O primeiro prémio foi o recém-conquistado Oscar Washington Tabárez, eleita a melhor em Americana técnica Survey do país.
"Obviamente condução Tabárez deu uma guinada para a identidade do futebol de seleção e da mentalidade das pessoas em relação à equipe", disse Lugano, em relação à atribuição do professor americano ganhou Melhor Técnica.
"Eu acho que é a coisa mais importante que ficou Tabárez, porque de repente ganhar um ou dois jogos é o resultado de um golo de Forlan ou uma inspiração Cavani, mas todo o trabalho para trás, tudo o que as pessoas têm valorizado não é por acaso ", analisou.
Um pouco mais preocupados com a suspensão deixou o jogo com o Egito, programada para 09 de fevereiro, e os problemas, lógico que a AUF está enfrentando para conseguir uma alternativa.
"O ideal é conseguir a qualidade e quantidade (em amistosos)", disse ele. "É difícil, mas é tempo que todos nós temos que empurrar para o Uruguai para obter esse tipo de partidas, seguido por imersão em nós mesmos a nível do futebol, não só porque alcançou a Copa do Mundo", disse ele.
"Os líderes têm mais do que claro e temos de continuar trabalhando nisso. Eu não consigo dois meses em um jogo importante porque o nível de selecções têm sua programação preparada muito antes", analisou.
empresa na Europa. Rumores de uma possível transferência de Lugano florescer em cada período de passes, mas os lançamentos mais importantes esta semana não está relacionada com outro clube europeu, mas o Fluminense campeão Brasilerao 2010.
"De fato há vários anos tem sido nomeação treinador do Fluminense, porque eu fui lá em São Paulo, Muricy Ramalho," o céu. "No Brasil, desde que saí, sempre foi tocando o meu nome em vários computadores, que é um orgulho tremendo, porque é um futebol muito competitivo e agora é muito forte e pode trazer até quase os jogadores querem, mas eu acho ainda não é hora de voltar ", disse ele.
"Não vá muito rápido", disse ele. "Você tem que permanecer na Europa porque estamos felizes aqui. Eu tenho mais três anos de contrato (Fenerbahce) e estou a cumprir todas as etapas", disse ele.
"Luganito". Um zagueiro com possíveis futuros Brasilerao é Sebastian Coates, Lugano, que recomendou o seu ex-clube, São Paulo, que é, juntamente com o Grêmio, um dos aspirantes à sua assinatura.
"Eu tenho um diálogo permanente com o povo de São Paulo e uruguaios longo mencioná-los. Coates que não é novo, vem um ano e meio ou dois anos atrás", disse ele.
O comandante tricolor elogiou o considera um jogador "com grande potencial para tornar a história como eu era e, certamente, melhor."
"Eu espero que você dê a ele, porque ele é um garoto que veio com uma força selvagem, com uma humildade e uma forma de trabalhar muito bom. No pouco tempo que temos na seleção me impressionou, por isso, desejo-lhe bem" afirmou.
Sim, aprendi a esclarecer que o apelido de "Luganito" O Brasil é cem por cento. "Eles estão bem", ele riu. "Era melhor ser avisado` Rochita, mas eu fui o último a passar lá fora ".
Ovation Digital
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domingo, 25 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Sábado, às 13h, Paulo Roberto Falcão entrevista Diego Lugano!
Não perca: amanhã, às 13h, Paulo Roberto Falcão entrevista Diego Lugano!
Clique na foto e escute a Rádio pela Web.
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
Lugano diz que sonha em voltar ao São Paulo

O capitão uruguaio em lance contra a Coreia do Sul na Copa (foto: AP)
Por Luciano Borges
Voltar para o São Paulo é um sonho distante. Mas Diego Lugano continua querendo voltar a jogar no time que o lançou para o mercado europeu. “Eu quero cumprir este sonho”, disse ao Blog do Boleiro quando retornava do interior do Uruguai para sua cidade natal, Canelones.
Desta vez, ele tem companhia. O zagueiro uruguaio disse que conversou bastante com o atacante Diego Forlán, durante a disputa da Copa do Mundo na África do Sul. O atleta eleito o melhor do torneio também pensa, no futuro, em vestir a camisa tricolor que foi usada pelo pai, o lateral Pablo Forlán. “Seria lindo desfrutarmos desta oportunidade juntos”, declarou Lugano.
A realidade, no entanto, é outra. O capitão do selecionado uruguaio tem mais três anos de contrato com o Fenerbahce. Ele é ídolo do time turco. “E estou muito bem lá, tanto profissionalmente quanto do ponto de vista familiar. Minha vida está confortável”, afirmou.
Antes de retornar para Istambul, na próxima terça-feira, Lugano tem trabalho pela frente. Ele é um dos idealizadores da Fundação Celeste, que está sendo criada por iniciativa dos 23 jogadores que atuaram na África do Sul. O objetivo é oferecer a crianças e jovens uma estrutura formadora do esporte, principalmente o futebol.
Blog do Boleiro – Com nasceu a ideia da Fundação Celeste?
Diego Lugano – Estávamos conversando na concentração, numa das folgas. Falamos de vários temas e um deles foi como poderíamos contribuir com o esporte no Uruguai, especialmente para as crianças e jovens. Tivemos a ideia de criar a Fundação Celeste.
O que os jogadores vão fazer?
Os 23 jogadores que participaram do grupo que disputou o Mundial decidiram dar parte da premiação para a criação da Fundação Celeste. Estamos agora tratando de ver as questões jurídicas para colocar a ideia em pé. O objetivo é arrecadar fundos para investir em projetos de esporte para crianças.
Neste momento, o que você está fazendo?
Eu estou voltando para minha cidade e vou estabelecer contatos com empresários, gente importante que possa nos ajudar nesta Fundação. Nossa ideia tem um teto muito alto e precisamos fazer tudo direitinho. Vamos contar com a ajuda de contadores, gente do governo e atletas que vestiram a camisa celeste para que nos ajudem.
Esta decisão de criar uma Fundação tem a ver com o clima que este time estabeleceu com o povo uruguaio, durante a Copa.
Tem tudo a ver. Os jogadores e o povo encontraram uma identificação muito grande. Nosso país tem três milhões de habitantes. Dá para se criar uma estrutura muito boa de esporte, na formação, e queremos contribuir.
Este grupo é jovem. Você acha possível que esta ideia se fortaleça com a seleção uruguaia jogando daqui para a frente?
Então. Somos um grupo jovem, a segunda menor média de idade da Copa do Mundo. Só a Alemanha tinha média mais baixa. Se continuarmos o trabalho que foi feito desde 2007, organizado, sério, podemos ir mais longe. Vai dar trabalho, mas a turma está muito disposta. Também vamos pedir a experiência e a ajuda de jogadores que passaram pela seleção uruguaia e queiram entrar neste projeto. Eles serão convidados a entrar para o conselho fundador.
No final da Copa do Mundo, algumas notícias diziam que você voltaria ao futebol brasileiro.
Mas não tem nada. Tenho mais três anos de contrato com o Fenerbahce e é quase impossível pagar o que eles querem por minha transferência. No futebol, ninguém nunca pode dizer “não”, mas no momento minha volta é impossível.
E sua volta para o São Paulo?
É um sonho que alimento. Quero retornar ao São Paulo. Vamos ver no futuro.
Fonte: Blog do Boleiro
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sábado, 5 de dezembro de 2009
Lugano confia em classificação do Uruguai na Copa do Mundo
O zagueiro Diego Lugano, capitão da seleção uruguaia, afirmou que o Grupo A da Copa do Mundo, que além da Celeste conta com França, México e África do Sul, é equilibrado, mas ao mesmo tempo o jogador se mostrou confiante quanto às chances de classificação de sua equipe às oitavas-de-final.
"É um grupo muito forte, mas tenho certeza que faremos uma boa Copa", disse o ex-zagueiro do São Paulo e que atualmente defende o Fenerbahce, da Turquia.
"A França é uma grande equipe, o México tem um estilo de jogo similar ao nosso e a África do Sul, por ser a anfitriã, será um rival difícil, mas acho que nenhuma dessas seleções é mais forte do que a do Uruguai", explicou.
Os uruguaios estrearão na Copa contra os franceses, em 11 de junho, na Cidade do Cabo. Cinco dias depois, em Pretória, a adversária será a seleção do país-sede do torneio, a África do Sul. A última partida da equipe na primeira fase está marcada para o dia 22, contra o México, em Rustenburgo.
Fonte: Estadão
"É um grupo muito forte, mas tenho certeza que faremos uma boa Copa", disse o ex-zagueiro do São Paulo e que atualmente defende o Fenerbahce, da Turquia.
"A França é uma grande equipe, o México tem um estilo de jogo similar ao nosso e a África do Sul, por ser a anfitriã, será um rival difícil, mas acho que nenhuma dessas seleções é mais forte do que a do Uruguai", explicou.
Os uruguaios estrearão na Copa contra os franceses, em 11 de junho, na Cidade do Cabo. Cinco dias depois, em Pretória, a adversária será a seleção do país-sede do torneio, a África do Sul. A última partida da equipe na primeira fase está marcada para o dia 22, contra o México, em Rustenburgo.
Fonte: Estadão
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
"É impossível eu jogar no Palmeiras, Santos ou Corinthians", diz Lugano

Zagueiro fala sobre a identificação que tem com o São Paulo, celebra viver um bom momento no Fenerbahce e lamenta não poder enfrentar o Brasil, pelas eliminatórias para a Copa Carlos Padeiro, especial para o Pelé.Net
SÃO PAULO - Prestes a encerrar a sua terceira temporada pelo Fenerbahce, da Turquia, o zagueiro Lugano atendeu a reportagem do Pelé.Net por telefone, enquanto passeava com sua família em Istambul. Durante uma das perguntas, parou para distribuir autógrafo e tirar foto com um torcedor. Confira a entrevista:
Pelé.Net - Como foi a temporada pelo Fenerbahce? Você está bem adaptado à Turquia?
Lugano - Para o time foi uma temporada ruim. Na Champions [Liga dos Campeões] não avançamos como queríamos. Perdemos a Copa da Turquia na semana passada. Na Liga, estamos na quinta colocação e faltam só duas rodadas. Mas individualmente o ano foi bom para mim. Joguei do princípio ao fim em um bom nível e fui reconhecido pela torcida. Ainda marquei oito gols na Liga, algo pouco comum para um zagueiro. Em relação à vida por aqui, melhor impossível. A cidade é bonita, o clima é bom e a torcida é fanática. Recebo muito carinho e apoio. A qualidade de vida é impressionante, e eu e minha família vivemos muito bem.
Pelé.Net - Se recebesse alguma proposta, você jogaria nos rivais do São Paulo ou em algum time de outro estado do Brasil?
Lugano - Sou torcedor do São Paulo, sempre digo isso pela identificação que tive com o clube, mas a gente vive do futebol e fica difícil falar sobre o futuro. Não sei o que pode acontecer. Mas jogar por Corinthians, Palmeiras ou Santos é impossível. Seria uma falta de respeito a mim mesmo, ao São Paulo, à minha família... Em outro time, não sei dizer.
Pelé.Net - Já sabe onde atuará na próxima temporada?
Lugano - Meu contrato acaba em duas semanas, e o Fenerbahce mostra interesse em renová-lo. Fui reconhecido aqui.
Pelé.Net - Você pretende se transferir para algum centro maior da Europa, como Espanha, Itália ou Inglaterra?
Lugano - Ainda tenho o desejo profissional de um dia jogar por um grande time da Itália, Espanha, Inglaterra... Mas por enquanto não existe nada definido. Quando a temporada acabar, vou analisar as propostas.
Pelé.Net - Voltaria ao Brasil agora?
Lugano - Meu plano é continuar aqui na Europa. Vivo um bom momento profissional, e é importante conseguir benefícios financeiros agora para a minha família.
Pelé.Net - Tem acompanhado o futebol brasileiro? O que está achando do São Paulo na Libertadores?
Lugano - Acompanho muito o São Paulo. É o maior time do Brasil, pelo elenco que tem, a estrutura. Mas são muitas baixas. Teve o Rogério Ceni, o Rodrigo, o André [Dias]... São muitas contusões, e isso faz com que a temporada seja mais complicada. Mas tomara que o time cresça agora, na reta final da Libertadores. Estarei na torcida.
Pelé.Net - Os jogadores do São Paulo sentem a falta do Rogério principalmente por causa da liderança? Pelo que você vivenciou no futebol, esse é mesmo um diferencial dele?
Lugano - É muito difícil encontrar em qualquer time do mundo um jogador com tanta influência como o Rogério, não só pela mentalidade que ele tem, mas também por tudo o que conquistou no clube. Mas tenho visto que ele sempre vai aos jogos, procura contagiar os companheiros, passar tranqüilidade e fica na torcida. Só que com um caráter como o dele, fica muito difícil substituí-lo dentro de campo.
Pelé.Net - O que mais te marcou na sua passagem pelo São Paulo?
Lugano - Muita coisa. Desde o primeiro dia até o ultimo. O que mais me marcou foi a identificação que tive com a torcida e a torcida teve comigo, independente de títulos ou jogos.
Pelé.Net - Você pensa voltar um dia ou encerrar a carreira no Morumbi?
Lugano - Sempre penso nisso, voltar a defender a camisa tricolor. Mas é uma coisa que não depende só de mim. O São Paulo é um time muito grande, o maior do Brasil, e depende se um dia vai precisar do meu serviço de novo. Não adianta falar agora, que pretendo continuar por aqui.
Pelé.Net - Qual é a expectativa para o jogo Uruguai x Brasil, no dia 6 de junho, pelas eliminatórias?
Lugano - Não vou jogar porque tomei dois amarelos. Estou suspenso. Jogo contra o Brasil é sempre diferente, quase morro (risos). Mas vou ter de olhar do lado de fora dessa vez. É uma partida decisiva, o Uruguai está na briga por uma vaga na Copa, e cada vez mais se aproxima o final das eliminatórias. Mas só vou poder jogar contra a Venezuela [no dia 10].
Fonte:Uol
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Temos a capacidade de vencer
Em entrevista à imprensa turca e sérvia, o técnico Luis Aragonés e os jogadores Lugano e Emre, falaram da partida contra o Partizan pela terceira fase eliminatória da Liga dos Campeões. Este jogo significa a vaga para grupos da liga. O Fenerbahçe tem uma pequena vantagem que conseguiu na primeira partida na Sérvia onde ficou empatado por 2- 2.
- Este jogo será muito difícil. Eles têm bons jogadores. Por outro lado, nosso time tem a capacidade de vencer mas todos os jogos duram 90 minutos. Por isso, temos que ser muito atentos durante todo jogo. Aliás nós temos 26 jogadores no elenco e acredito que todos eles estão prontos para qualquer desafio. De repente, um deles pode entrar no campo como títular no time - disse hoje o técnico na sala de imprensa do estádio Şükrü Saraçoğlu.
- Infelizmente perdemos na estréia na liga nacional mas não podemos confundir estas duas competições. Nós precisamos agora nos concentrar nesta partida que não temos razão para falhar - acrescentou o técnico.
Fonte: Fenerbahçe


- Este jogo será muito difícil. Eles têm bons jogadores. Por outro lado, nosso time tem a capacidade de vencer mas todos os jogos duram 90 minutos. Por isso, temos que ser muito atentos durante todo jogo. Aliás nós temos 26 jogadores no elenco e acredito que todos eles estão prontos para qualquer desafio. De repente, um deles pode entrar no campo como títular no time - disse hoje o técnico na sala de imprensa do estádio Şükrü Saraçoğlu.
- Infelizmente perdemos na estréia na liga nacional mas não podemos confundir estas duas competições. Nós precisamos agora nos concentrar nesta partida que não temos razão para falhar - acrescentou o técnico.
Fonte: Fenerbahçe


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segunda-feira, 14 de julho de 2008
Queremos todos os títulos de cada competição que vamos participar
O zagueiro do Fenerbahçe Diego Lugano hoje participou do programa de Yasir Kaya e falou das suas expectativas para próxima temporada. Veja trechos da entrevista que foi feita no nono dia da pré-temporada na Áustria.
Sobre pré-temporada...
"A pré-temporada passa muito bem, tudo anda tranquilo. Nós estamos conscientes do que a torcida espera e trabalhamos para realizar as expectativas deles. Queremos todos os títulos de cada competição que vamos participar neste ano."
Meta é vencer...
"Nós estamos obrigados para vencer. Porque com todas estas oportunidades que nós temos não há razão para falhar."
Temporada passada...
Eu acho que a temporada passada, embora terminou mal, passou muito bem. Por exemplo quebramos um recorde que alcançamos para às quartas-de-final. Eliminamos o Sevilla, da Espanha e depois enfrentamos com um dos mais fortes clubes do mundo o Chelsea. Derrotamos eles em Istanbul mas infelizmente não conseguimos virar na Inglaterra. Mesmo assim, sempre acreditava que nós podíamos vence-los também."
Boatos de transferências...
"Sei que cada dia se divulga um boato mas nenhum deles é verdade. Mas por outro lado, todas estas notícias me deixam feliz porque mostram que alguns seguem o meu trabalho. Mas enfim, gostaria de repetir mais uma vez que eu e a minha família estamos muito felizes aqui."
E dos cartões...
"Na temporada passada, eu sofri muito dos cartões. Acho que alguns deles foram erros de árbitros. Porque cada vez que saía para defender meus colegas recebia um cartão. Mas neste ano será diferente. Vou agir com calma para não deixar o time sozinho."


Sobre pré-temporada...
"A pré-temporada passa muito bem, tudo anda tranquilo. Nós estamos conscientes do que a torcida espera e trabalhamos para realizar as expectativas deles. Queremos todos os títulos de cada competição que vamos participar neste ano."
Meta é vencer...
"Nós estamos obrigados para vencer. Porque com todas estas oportunidades que nós temos não há razão para falhar."
Temporada passada...
Eu acho que a temporada passada, embora terminou mal, passou muito bem. Por exemplo quebramos um recorde que alcançamos para às quartas-de-final. Eliminamos o Sevilla, da Espanha e depois enfrentamos com um dos mais fortes clubes do mundo o Chelsea. Derrotamos eles em Istanbul mas infelizmente não conseguimos virar na Inglaterra. Mesmo assim, sempre acreditava que nós podíamos vence-los também."
Boatos de transferências...
"Sei que cada dia se divulga um boato mas nenhum deles é verdade. Mas por outro lado, todas estas notícias me deixam feliz porque mostram que alguns seguem o meu trabalho. Mas enfim, gostaria de repetir mais uma vez que eu e a minha família estamos muito felizes aqui."
E dos cartões...
"Na temporada passada, eu sofri muito dos cartões. Acho que alguns deles foram erros de árbitros. Porque cada vez que saía para defender meus colegas recebia um cartão. Mas neste ano será diferente. Vou agir com calma para não deixar o time sozinho."


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segunda-feira, 2 de junho de 2008
Guerreiros da Paz entrevista LUGANO
Diego Lugano, na sua passagem pelo Brasil, para se tratar no REFFIS do São Paulo, recebeu a equipe da Guerreiros da Paz para bater um papo descontraído.
Assista agora o bloco 1 da primeira parte da entrevista...
Diego Lugano - Guerreiros da Paz entrevista - Parte 1 / Bloco 1 from GPRicci on Vimeo.
Assista agora o bloco 2 da primeira parte da entrevista...
Diego Lugano - Guerreiros da Paz entrevis - Parte 1 / Bloco 2 from GPRicci on Vimeo.
Assista agora o bloco 1 da primeira parte da entrevista...
Diego Lugano - Guerreiros da Paz entrevista - Parte 1 / Bloco 1 from GPRicci on Vimeo.
Assista agora o bloco 2 da primeira parte da entrevista...
Diego Lugano - Guerreiros da Paz entrevis - Parte 1 / Bloco 2 from GPRicci on Vimeo.
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sábado, 31 de maio de 2008
Guerreiros da Paz e Dios Diego Lugano
Essas são algumas fotos da entrevista que o Nosso Dios nos deu para a equipe da Guerreiros da Paz..Estarei postando as fotos aos poucos...
Dios é sempre Dios....

Dios é sempre Dios....

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terça-feira, 27 de maio de 2008
Trailer da entrevista com Lugano
Trailer da entrevista com o nosso Dios Lugano realizada na última quarta feira no CCT da Barra Funda, realizada com a Equipe da Gerreiros da Paz no qual eu Taty Faço parte.
Semana que vem, a entrevista será colocada na íntegra no Youtube.Desde já agradecemos a todos pelo apoio e participação.Parabéns Guerreiros da Paz!Seja paz e sabedoria em ação!
Veja as Fotos:


Semana que vem, a entrevista será colocada na íntegra no Youtube.Desde já agradecemos a todos pelo apoio e participação.Parabéns Guerreiros da Paz!Seja paz e sabedoria em ação!
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segunda-feira, 19 de maio de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
Diego Lugano: "Sou torcedor fanático do São Paulo"

Na última quarta-feira, o zagueiro uruguaio Diego Lugano foi ao estádio do Morumbi para torcer pelo São Paulo contra o Fluminense. Achou que o desempenho do Tricolor foi muito bom e que a vitória por um a zero foi melhor do que parece. "Nesta fase da Libertadores, de mata-mata, é goleada", disse.
No dia seguinte, no início da tarde, o atleta do Fenerbahce da Turquia e capitão da seleção do Uruguai chegou ao Centro de Treinamento do São Paulo carregando um saco plástico com roupa suja. "O pessoal daqui vai lavar", disse.
Ele está em casa. Convidado pelos anfitriões. Há cerca de duas semanas, Diego sofreu uma lesão no joelho esquerdo e ficou fora das últimas partidas do Campeonato Turco. Assim que souberam da contusão, os dirigentes tricolores mandaram o recado. "O Luis Rosan me ligou colocando o Reffis à disposição", disse.
Ele está em tratamento intensivo, com sessões duas vezes ao dia. Lugano tem pressa. Quer se apresentar ao técnico Oscar Tabárez assim que o selecionado uruguaio retorne da Europa onde vai enfrentar a Turquia (25/05) e Noruega (28/05). "Se der tudo certo, eu encontro o time a caminho de Montevidéu", disse.
O Uruguai, sexto colocado nas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010, fará duas partidas em casa, contra Venezuela e Peru. Precisa vencer os dois confrontos se quiser voltar à "zona mundial", ou seja, entre os quatro primeiros.
Segundo Lugano, a equipe celeste está encontrando um novo jeito de jogar. A idéia é aliar a tradicional garra com o talento de uma geração de jovens promessas. Aos 28 anos, Diego é o líder do time.
Diego Lugano conversou com Terra Magazine antes de mais uma tarde de fisioterapia. Vestindo camiseta Dolce&Gabbana, calça Armani e tênis Diesel (que ele jura ter comprado "baratinho" em uma feira de falsificados), ele conversou sobre o Uruguai, São Paulo e a torcida mais fanática que já conheceu: a do Fenerbahce.
Segundo Lugano, a equipe celeste está encontrando um novo jeito de jogar. A idéia é aliar a tradicional garra com o talento de uma geração de jovens promessas. Aos 28 anos, Diego é o líder do time.
Diego Lugano conversou com Terra Magazine antes de mais uma tarde de fisioterapia. Vestindo camiseta Dolce&Gabbana, calça Armani e tênis Diesel (que ele jura ter comprado "baratinho" em uma feira de falsificados), ele conversou sobre o Uruguai, São Paulo e a torcida mais fanática que já conheceu: a do Fenerbahce.
Terra Magazine - Lugano, você acha que vai conseguir jogar pelo Uruguai estas partidas contra a Venezuela e o Peru?
Diego Lugano - Sim. Estou aqui em São Paulo justamente para isso. Eu procurei o Departamento Médico do São Paulo e a fisioterapia para me recuperar rápido, e bem, desta lesão de ligamento no joelho. Pelo que o Luis Rosan (fisioterapeuta do São Paulo) falou para mim e para o médico da seleção uruguaia, devo ficar bom em 3 semanas. É o tempo de me apresentar depois dos amistosos que faremos contra Turquia e Noruega.
As duas próximas rodadas das eliminatórias não são boas para o Uruguai voltar a ficar entre os quatro primeiros colocados?
Sem dúvida, sem dúvida. São duas partidas no nosso estádio, duas partidas que temos totais condições de vencer. Bom, esta é nossa idéia. Hoje estamos numa situação incômoda na tabela de classificação, mas talvez os pontos do Uruguai não reflitam o que jogamos dentro de campo. Creio que fizemos para estar mais acima e estes seis pontos vão ser fundamentais, não só para que voltemos à zona do Mundial, mas também para que esta equipe jovem ganhe confiança, se aprume e comece a trabalhar e conseguir resultados da melhor maneira.
O futebol uruguaio está no meio de uma transição? Não lhe parece que há um conflito de estilos?
gente quer ser mais competitivo, mas com um futebol mais bem jogado. A gente tem na cabeça que o futebol uruguaio não é mais como antes, que ficava na retranca e saía para contra-ataques. Hoje, a seleção tenta trabalhar mais a bola. O problema é que não temos conseguido bons resultados. Mas era para termos vencido Chile e Brasil tranqüilamente. Jogamos bem contra eles, chegamos a ter o domínio das partidas. Mas não vencemos e isso atrapalha a classificação.
"Jogar ofensivamente, apresentar um bom futebol não significa deixar a garra de lado"
A famosa garra uruguaia não basta mais?
Temos de conciliar as duas coisas. Jogar ofensivamente, apresentar um bom futebol não significa deixar a garra de lado. O que acontece é que o uruguaio entra em campo com muita vontade de brigar pela bola. Mas é preciso cabeça quando a bola está em nosso poder. Temos que tratar bem ela, como se faz aqui no Brasil. Às vezes, muita vontade atrapalha. A bola vem e nós não temos a lucidez para jogar bem com ela.
Quem são as grandes promessas desta geração e que sabem tratar bem da bola?
O atacante Luiz Suarez (Ajax) é muito bom. O volante Cristian Rodriguez (Benfica) é outro ótimo jogador. O Gargano (volante do Napoli), também. Outros jovens são talentosos como o zagueiro Diego Godín (Villareal), o alteral Fucile (Porto), o armador Inácio González e o Max Pereira. É um time jovem, com no máximo 22 anos de idade. Nesta seleção, eu, o goleiro Carini e o Forlan somos os mais experientes e temos 27, 28 anos. É uma equipe que precisa de um, dois bons resultados para pegar ritmo e chegar ao Mundial.
Para se acertar aqui no São Paulo, você precisou entender como o futebol brasileiro funciona. Na Turquia, esta experiência está valendo?
Não muito. No Brasil, tive que aprender a não ir para o contato físico toda hora. Aqui, você acaba sendo driblado. Na Turquia, o futebol é de contato físico e é mais direto. Lá, a bola vai de zagueiro para atacante. Não é como no futebol brasileiro, onde os volantes e meias querem a bola, gostam de ginga, de pôr entra as canetas. Lá, o jogador fica pouco tempo com a bola. O jogo fica mais rápido.
Mas o Fenerbahce, por ter tantos brasileiros e até o técnico Zico, não joga diferente?
Exatamente. Nosso futebol é um pouco diferente. Até porque o Zico pede que a gente tente jogar um futebol bem jogado, sem ligação direta da defesa para o ataque. Fomos bem este ano, avançamos na Liga dos Campeões como nunca antes na história do clube. Mas perdemos o título da Liga Nacional (Campeonato Turco) para o Galatasaray. Faltando três rodadas, fomos derrotados por eles, que abriram três pontos de vantagem. Foi no dia em que machuquei o joelho. Tive uma torção sozinho.
Jogar no Fenerbahce era como você esperava?
Olha, superou minha expectativa. É uma instituição muito organizada e forte, com uma visão européia. A mentalidade do clube é de conseguir títulos continentais. O que fizemos este ano, parando só nas quartas de final da Liga dos Campeões, foi um passo nesse crescimento. O clube é rico porque sabe faturar com a torcida. Eles são fanáticos, seguem o time por onde ele for e os dirigentes sabem tirar proveito disso.
Você joga num time que tem uma das torcidas mais fanáticas e numerosas do mundo. Alguma semelhança com o torcedor do Brasil ou do Uruguai?
É diferente. A torcida do Fenerbahce é algo incrível. Jogamos em outros países da Europa, pela Liga dos Campeões, e parecia que éramos locais. Vi jogadores de grandes equipe da Europa jogaram no nosso estádios e, antes da partida começar, ficarem de boca aberta olhando para as arquibancadas. Eles cantam juntos, pulam juntos, é uma coisa indescritível.
"Na Turquia, jogador de de futebol é tratado como se fosse da nobreza"
Os turcos são assim tão fanáticos?
O povo turco é apaixonado por tudo. Não só futebol, mas também por política, religião, direitos sociais. É uma característica deles. É um povo de muita história, com mais de 2000 anos de existência, passando por guerras, sofrendo. Eles são mais nacionalistas e parecem saber mais a respeito do país. Nós, da América do Sul, somos países mais novos. Talvez por isso falte esta compreensão.
Como o jogador de futebol é tratado por lá?
Lá, jogador de futebol é tratado como se fosse da nobreza. Aqui mesmo no Brasil, o atleta pode ser bem sucedido, ter dinheiro, mas sempre é considerado lixo. Lá, nos tratam como se fossemos da realeza. Todo mundo quer conversar com você.
E você conversa com os torcedores?
Muito pouco porque não falo nada em turco. E não entendo turco. Nem quero.
Por quê?
Como todo mundo quer conversar com você, não saber falar turco encurta a resenha. Depois, a imprensa lá é maluca. Os caras são mais fanáticos do que os torcedores. Então é melhor dizer que não fala turco, agradecer e a conversa pára por aí.
Mas você gosta de morar em Istambul?
Gosto muito. É uma cidade linda, imponente, com muita cultura, muita vida, uma mistura de hábitos ocidentais e orientais. É uma cidade do mundo. A gente cresce muito como ser humano.
A família está bem lá?
Sabe que a Karina ficou lá com os meninos (Nicolas, de 7 anos, e Thiago, de um ano e meio) porque o mais velho está na escola. Na semana que vem eles devem vir para o Brasil. O Nicolas está numa escola americana. Ele fala espanhol e aprendeu português aqui em São Paulo. Agora, já sabe inglês, italiano e um pouco de turco. Vai ser um cidadão do mundo. E tem o aspecto da segurança: em Istambul, minha mulher pode sair com os meninos de noite para jantar sem medo da violência. A gente não podia fazer isso em São Paulo.
Do que você sente mais falta na Turquia?
Das amizades. De ter contato com os amigos que você encontra em qualquer lugar e sabe que pensa como você. Todo dia me informo sobre o Uruguai e o Brasil pela internet. Sei tudo o que está acontecendo, seja no futebol como na política e outros assuntos. É bom assim, porque vou ter o que falar quando encontro os amigos para uma conversa.
"Como não me tornar torcedor do São Paulo? Sou torcedor e sou fanático"
Você passou o final de semana em Canelones, no Uruguai, com a família. Teve churrasco?
Comemos um assado e bebemos vinho que minha família produz para consumo próprio. Encontrei meus pais e minhas duas irmãs. Conversamos bastante.
Você é o cidadão mais famoso de Canelones?
Acho que sim, mas tem outras pessoas famosas lá. Mas lá é diferente: o assédio é bem menor do que aqui no Brasil.
Você foi ao Morumbi assistir a partida entre São Paulo e Fluminense?
Eu fui. E vi também o jogo contra o Nacional. Não tem como não ir e torcer. Sou torcedor do São Paulo. A minha relação com a torcida é foda. Depois que saí, parece que a identificação com os são-paulinos aumentou ao invés de diminuir. Quando vim jogar contra o Brasil, o tratamento que recebi foi emocionante. Tinha gente torcendo pelo Uruguai por minha causa. Como não me tornar torcedor do São Paulo? Sou torcedor e sou fanático.
Falta um ano para terminar seu contrato com o Fenerbahce. Você vai renovar?
(Lugano pensa antes de responder) Não sei. Estou bem lá. Estou feliz e minha família também. Mas acho que, se o Fenerbahce continuar forte na Europa e a gente conseguir classificar o Uruguai para a Copa do Mundo, é possível atrair a atenção de equipes de outros países. Quem sabe?
Quais seus objetivos para a próxima temporada?
Primeiro: ser campeão nacional pelo Fenerbahce. É obrigação. Depois: melhorar nosso desempenho na Liga dos Campeões. E o principal: classificar o Uruguai para o Mundial da África do Sul.
O Uruguai se classifica?
Sem dúvida alguma.
Veja também:» Entrevista com Diego Lugano - parte I
Fonte: Terra Magazine
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terça-feira, 13 de maio de 2008
Lugano: 'Quero voltar ao São Paulo 100%'

Ídolo do time são-paulino, ex-camisa 5 visita a redação do LANCE!
Foram pouco mais de 40 minutos. Mas foi o tempo necessário para o torcedor são-paulino matar sua saudade do zagueiro Lugano, grande ídolo da história do São Paulo. Nesta terça-feira de manhã, o ex-camisa 5 visitou a redação do LANCE! e participou de um chat com os lancenautas.Dentre as muitas visitas que o LANCENET! recebeu, a principal pergunta era sobre seu retorno ao Tricolor paulista. Torcedor confesso do São Paulo, Lugano quer voltar um dia ao time do Morumbi. Mas avisa:- Quero voltar na minha melhor forma para continuar dando alegrias aos torcedores. O São Paulo é um time muito grande - disse o defendor, que também almeja jogar em um clube de maior visibilidade na Europa.Lugano está no Reffis são-paulino se recuperando de uma lesão no joelho esquerdo e espera estar 100% para as Eliminatórias da Copa do Mundo, no meio do ano. O tratamento no Sampa, inclusive, foi mais uma demonstração de carinho entre o clube e o jogador.- Todos me respeitam lá. Estou me recuperando de lesão no Reffis. Me ligaram quando me machuquei na Turquia. Esse respeito do torcedor faz que a distância fique mais próxima - completou.
Foram pouco mais de 40 minutos. Mas foi o tempo necessário para o torcedor são-paulino matar sua saudade do zagueiro Lugano, grande ídolo da história do São Paulo. Nesta terça-feira de manhã, o ex-camisa 5 visitou a redação do LANCE! e participou de um chat com os lancenautas.Dentre as muitas visitas que o LANCENET! recebeu, a principal pergunta era sobre seu retorno ao Tricolor paulista. Torcedor confesso do São Paulo, Lugano quer voltar um dia ao time do Morumbi. Mas avisa:- Quero voltar na minha melhor forma para continuar dando alegrias aos torcedores. O São Paulo é um time muito grande - disse o defendor, que também almeja jogar em um clube de maior visibilidade na Europa.Lugano está no Reffis são-paulino se recuperando de uma lesão no joelho esquerdo e espera estar 100% para as Eliminatórias da Copa do Mundo, no meio do ano. O tratamento no Sampa, inclusive, foi mais uma demonstração de carinho entre o clube e o jogador.- Todos me respeitam lá. Estou me recuperando de lesão no Reffis. Me ligaram quando me machuquei na Turquia. Esse respeito do torcedor faz que a distância fique mais próxima - completou.
Fonte: LANCEPRESS!
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Entrevista- Lugano no LANCE!

Mas foi o tempo necessário para o torcedor são-paulino matar sua
saudade do zagueiro Lugano, grande ídolo da história do São Paulo.
Nesta terça-feira de manhã, o ex-camisa 5 visitou à redação do LANCE! e
participou de um chat com os lancenautas.
Dentre as muitas
visitas que o LANCENET! recebeu, a principal pergunta era sobre seu
retorno ao Tricolor paulista. Torcedor confesso do São Paulo, Lugano
quer voltar um dia ao time do Morumbi. Mas avisa:
- Quero
voltar na minha melhor forma para continuar dando alegrias aos
torcedores. O São Paulo é um time muito grande - disse o defendor, que
também almeja jogar em um clube de maior visibilidade na Europa.
Lugano está no Reffis são-paulino se recuperando de uma lesão no joelho
esquerdo e espera estar 100% para as Eliminatórias da Copa do Mundo, no
meio do ano. O tratamento no Sampa, inclusive, foi mais uma
demonstração de carinho entre o clube e o jogador.
- Todos me respeitam lá. Estou me recuperando de lesão no Reffis. Me ligaram
quando me machuquei na Turquia. Esse respeito do torcedor faz que a
distância fique mais próxima - completou.
Confira todos os lances do chat:
William Pÿ:
Boa tarde a todos, principalmente Dio Lugano eterno rei da nossa zaga,
sempre com raça. Lugano sente saudades daqueles momentos de magia na
libertadores e mundial pelo SPFC?
LUGANO:
William, Sinto muita saudade. é diferente de que jogar em qualquer
parte. Também sou torcedor, pelo todo apoio que a torcida me deu.
Quando estou com saudade na Turquia, coloco o vídeo do Mundial, para
lembrar o bom momento que passamos juntos
Ti11: eu gostaria de saber do lugano se ele pretende voltar ao São Paulo, e qual o recado que ele deixa para os São
Paulinos
LUGANO:
Ti11, lógico que eu sempre eu voltar ao São Paulo. Todos me respeitam
lá. Estou me recuperando de lesão no Reffis. Me ligaram quando me
machuquei na Turquia, esse respeito do torcedor faz que a distância
fica mais próximo. Quero voltar na minha melhor forma para continuar
dando alegrias à torcida. O São Paulo é um time muito grande
leofan: Gostaria de fazer um pedido a você Lugano, volta pro tricolor, mesmo que isso demore uns 10 anos mais volte
pra cá!!
LUGANO:
Leofan, 10 ano é muito tempo. Não vai demorar tanto assim. Jogo no
Morumbi contra o Brasil foi muito emocionante. O momento mais feliz que
passei no Brasil. Neste momento que você pensa e sente orgulho do que
você fez. Todo meu esforço foi reconhecido. Estou muito feliz
Dinho_SPFC: esta feliz na Turquia? almeja jogar em um time grande da Espanha, Italia ou Inglaterra?
LUGANO:
Dinho_SPFC, estou muito feliz na Turquia. Superou minhas expectativas.
Não esperava ser tão lindo morar lá. Minha família está feliz. Tenho
ambição de jogar mais na mídia. Para sair do Fener, tem que ser para um
time grande quanto ele. Um time que dispute títulos.
mauro: Até quando vai seu contrato com o Ferner e vc mira qual pais da Europa para atuar?
LUGANO:
Mauro, tenho mais uma ano de contrato. Foi uma das minhas principais
coisas foi fazer um contrato curto com eles. Se é muito longe, você
fica preso. Posso ver meu futuro com mais liberdade. Gostaria de jogar
em um futebol com mais vitrine. Mas tem que ser um time grande. Porque
o Fener é um time enorme, com poderio ecomico é muito grande. A
expectativa do presidente é seguir crescendo
Daniel: Ola lugano, como esta sua lesão?
LUGANO:
Daniel, na verdade estou na etapa de recuperação. Tive um torção no
joelho e ruptura moderada. Ainda vai me levar três ou quatro semanas.
As Eliminatórias está próximas. A melhor coisa foi vir para o Reffis.
Aqui é mais que o primeiro mundo. São os melhores do mundo. Tenho
esperança que nas Eliminatórias estarei 100%
GabrielSM:
Grande Lugano! Sei que a torcida do Fenerbahce é uma das mais fanáticas
do mundo. A emoção de jogar a Champions League é tão grande quanto a de
uma final de Libertadores em um Morumbi lotado? Como é a sua relação
com a torcida do Fenerbahce, já virou ídolo por lá?
LUGANO:
GabrielSM, a torcida do Fener acompanha muito. Devo atribuir isso a
cultura. Seguir muitos ideais. Vê isso na política, religião. Jogar a
Champions é muito lindo. A torcida me acolheu muito bem. Mas jogar na
Libertadores, como crescemos escutando isso, ainda mais que você joga
pelo um time que eu virei torcedor, aí você mistura profissional com o
sentimental, tudo fica mais perfeito
Lucas Leno: Na turquia o futebol é mais disputado? ou o brasil não perde tanto...mesmo na turquia tendo mais
investimento que no brasil.
LUGANO:
Lucas Leno, acho que no Brasil é o único campeonato no mundo que você
vê uns oito times com chances de ser campeão. Isso é muito diferente.
Lá na Turquia, ficam nos três. Na Inglaterra, Espanha, Itália também é
assim. Aqui no Brasil, a emoção daqui é muito maior que isso.
Daniel: Lugano, caso o SPFC ganhe a libertadore e te convide parta jogar o mundial, você pensaria no caso?
LUGANO:
Daniel, isso não é legal. Tenho contrato com outro clube e isso a Fifa
não deixaria. Isso aconteceu com o Riquelme no ano passado. Seria uma
falta de ética da minha parte, pois têm jogadores aqui que estão em
ótimos momentos
rafa: existir algum lugar no
mundo melhor q o morumbi lotado gritando o seu nome talves esse foi o
presente q deus ti deu valeu vc sempre sera um idolo pra gente q deus
ilumini sua vida e q volte um dia estamos com saudades
LUGANO:
rafa, pra mim, eu virei torcedor do São Paulo. Minha lembrança de
Libertadores com 70 mil pessoas, com todo mundo gritando meu nome, isso
é muito especial para mim e minha família. Me encho de orgulho. Não tem
nada igual.
Bara: Fora vc, que pra nós tricolores é um mito, qual o melhor zagueiro na atualidade atuando no futebol mundial???
LUGANO:
Bara, gosto muito do Ricardo Carvalho. Sempre sério, seguro. Nunca faz
nada de mais, nunca erra por azer nada demais. Totalmente dedicado ao
time. Quando joguei contra ele, valorizei muito essa visão de grupo que
ele tem
Ti11: Lugano, o rogério foi o goleiro
que te deu mais confiança para jogar pelo fato de saber jogar com os
pés e voce ter certeza que poderia contar com ele para recuar a bola?
LUGANO:
Ti11, com certeza. Não tem comparação. jogar com Rogério Ceni no gol é
uma confiança que dificilmente possa repetir. Qualquer bola que estava
sendo pressionado, ele saía jogando com uma claridade. Melhor que todos
nós zagueiros (rs). Neste aspecto ele transmite muita segurança e faz
muito bem ao time
GabrielSM: Lugano, depois de
grandes títulos conquistados, jogando em um time de grande expressão
mundial, o quê você ainda deseja realizar em sua carreira?
LUGANO:
GabrielSM, desejo continuar ganhando muitos títulos. Se possível jogar
em um time grande de um país europeu. Gostaria de jogar no Uruguai
sendo capitão do time. Hoje seria meu principal objetivo. Na última
Eliminatória ficamos fora por um pênalti e isso me dói muito ainda
MaglorSPFC: Lugano, quem eh seu idolo no futebol?
LUGANO:
MaglorSPFC, de criança eu gostava muito do De Léon. Francesco. A nível
mundial, quando criança, o Maradona. Mas depois de grande, Paolo
Monteiro. Um pouco minha referência. Em Brasil sempre gostei de Cafú,
em 15 anos jogando no melhor nível, isso mostra de profissionalismo.
Ele é super respeitado pela pessoa que ele é
gabriel: Lugano,voce está perto de um acerto com a Juventus de Turim?
LUGANO:
gabriel, na verdade se falaram muito. A nível de imprensa. Quando a
imprensa fala é que tá havendo alguma coisa. Ainda tenho contrato com o
Fener, estou sendo muito querido lá. Quem tem que resolver isso é o
time. Sabendo que a Juventus é um dos maiores times do mundo, campeão
de Champions.
Ricardo: vc tem noçao o que foi
e é pra nossa torcida?? pra vcs terem uma idéia, tenho um filho de 9
anos que até hj quando estado brincando de futebol ele quer ser o
Lugano!!!
LUGANO: Ricardo, fico impressionado com
o Zico. Principalmente pela pessoa que ele é. É um cavalheiro. O modo
de tratar com o jogador. Ele tem um prestígio mundial impressionante.
Ele convive com a gente de um modo simples. Tem muita gente que não é
nada e é muito mala. Técnico que nunca acusa jogador. Quando o time
ganha, ganhamos todos. Quando perde, ele assuma a responsabilidade.
Todos nós ficamos com esta personalidade dele.
Ricardo: voce acha que o Zico tem experiencia pra lidar com tantas estrelas, como é o seu???
LUGANO:
Ricardo, na verdade ainda acho que não. Muita gente, amigos, se eu
tenho noção, se consigo ver. Ainda não vejo. A única vez que mais senti
isso, foi quando voltei com o Uruguai, após um ano e meio. O
relacionamento deveria esfriar, mais encontrei um carinho. No
aeroporto, hotel... Essa gente gosta de mim.
marcel: Lugano, quem é pior de marcar, Eto'o ou Drogba??
LUGANO:
marcel, acho que o pior é o Ibra, da Inter de Milão. Atacante mais
completo do mundo. Tem uma habilidade e técnica que não é normal pelo
físico e altura dele
senna: Lugano, o que
você pensa do time atual do São Paulo? Vendo de fora, o que pode ter
mudado para justificar a queda do rendimento?
LUGANO:
senna, primeiro não tem time que possa sempre jogar no melhor nível.
Por mais que se planeja bem. É difícil manter um nível espetacular.
Mesmo jogando mal ou bem, o São Paulo sempre conquista seus objetivos.
São Paulo é um time com mística que sempre está definindo. É um time
que sempre mantém a regularidade.
LUGANO:
Pessoal, estou indo. A recíproca é verdade. Ser tçao querido pelo São
Paulo e por toda sua torcida, essa identificação com o tempo só vai
crescendo. Isso mostra que a gente é honesto. Tivemos um passado que
demos o melhor pra o São Paulo. Tchau, um grande abraço!
saudade do zagueiro Lugano, grande ídolo da história do São Paulo.
Nesta terça-feira de manhã, o ex-camisa 5 visitou à redação do LANCE! e
participou de um chat com os lancenautas.
Dentre as muitas
visitas que o LANCENET! recebeu, a principal pergunta era sobre seu
retorno ao Tricolor paulista. Torcedor confesso do São Paulo, Lugano
quer voltar um dia ao time do Morumbi. Mas avisa:
- Quero
voltar na minha melhor forma para continuar dando alegrias aos
torcedores. O São Paulo é um time muito grande - disse o defendor, que
também almeja jogar em um clube de maior visibilidade na Europa.
Lugano está no Reffis são-paulino se recuperando de uma lesão no joelho
esquerdo e espera estar 100% para as Eliminatórias da Copa do Mundo, no
meio do ano. O tratamento no Sampa, inclusive, foi mais uma
demonstração de carinho entre o clube e o jogador.
- Todos me respeitam lá. Estou me recuperando de lesão no Reffis. Me ligaram
quando me machuquei na Turquia. Esse respeito do torcedor faz que a
distância fique mais próxima - completou.
Confira todos os lances do chat:
William Pÿ:
Boa tarde a todos, principalmente Dio Lugano eterno rei da nossa zaga,
sempre com raça. Lugano sente saudades daqueles momentos de magia na
libertadores e mundial pelo SPFC?
LUGANO:
William, Sinto muita saudade. é diferente de que jogar em qualquer
parte. Também sou torcedor, pelo todo apoio que a torcida me deu.
Quando estou com saudade na Turquia, coloco o vídeo do Mundial, para
lembrar o bom momento que passamos juntos
Ti11: eu gostaria de saber do lugano se ele pretende voltar ao São Paulo, e qual o recado que ele deixa para os São
Paulinos
LUGANO:
Ti11, lógico que eu sempre eu voltar ao São Paulo. Todos me respeitam
lá. Estou me recuperando de lesão no Reffis. Me ligaram quando me
machuquei na Turquia, esse respeito do torcedor faz que a distância
fica mais próximo. Quero voltar na minha melhor forma para continuar
dando alegrias à torcida. O São Paulo é um time muito grande
leofan: Gostaria de fazer um pedido a você Lugano, volta pro tricolor, mesmo que isso demore uns 10 anos mais volte
pra cá!!
LUGANO:
Leofan, 10 ano é muito tempo. Não vai demorar tanto assim. Jogo no
Morumbi contra o Brasil foi muito emocionante. O momento mais feliz que
passei no Brasil. Neste momento que você pensa e sente orgulho do que
você fez. Todo meu esforço foi reconhecido. Estou muito feliz
Dinho_SPFC: esta feliz na Turquia? almeja jogar em um time grande da Espanha, Italia ou Inglaterra?
LUGANO:
Dinho_SPFC, estou muito feliz na Turquia. Superou minhas expectativas.
Não esperava ser tão lindo morar lá. Minha família está feliz. Tenho
ambição de jogar mais na mídia. Para sair do Fener, tem que ser para um
time grande quanto ele. Um time que dispute títulos.
mauro: Até quando vai seu contrato com o Ferner e vc mira qual pais da Europa para atuar?
LUGANO:
Mauro, tenho mais uma ano de contrato. Foi uma das minhas principais
coisas foi fazer um contrato curto com eles. Se é muito longe, você
fica preso. Posso ver meu futuro com mais liberdade. Gostaria de jogar
em um futebol com mais vitrine. Mas tem que ser um time grande. Porque
o Fener é um time enorme, com poderio ecomico é muito grande. A
expectativa do presidente é seguir crescendo
Daniel: Ola lugano, como esta sua lesão?
LUGANO:
Daniel, na verdade estou na etapa de recuperação. Tive um torção no
joelho e ruptura moderada. Ainda vai me levar três ou quatro semanas.
As Eliminatórias está próximas. A melhor coisa foi vir para o Reffis.
Aqui é mais que o primeiro mundo. São os melhores do mundo. Tenho
esperança que nas Eliminatórias estarei 100%
GabrielSM:
Grande Lugano! Sei que a torcida do Fenerbahce é uma das mais fanáticas
do mundo. A emoção de jogar a Champions League é tão grande quanto a de
uma final de Libertadores em um Morumbi lotado? Como é a sua relação
com a torcida do Fenerbahce, já virou ídolo por lá?
LUGANO:
GabrielSM, a torcida do Fener acompanha muito. Devo atribuir isso a
cultura. Seguir muitos ideais. Vê isso na política, religião. Jogar a
Champions é muito lindo. A torcida me acolheu muito bem. Mas jogar na
Libertadores, como crescemos escutando isso, ainda mais que você joga
pelo um time que eu virei torcedor, aí você mistura profissional com o
sentimental, tudo fica mais perfeito
Lucas Leno: Na turquia o futebol é mais disputado? ou o brasil não perde tanto...mesmo na turquia tendo mais
investimento que no brasil.
LUGANO:
Lucas Leno, acho que no Brasil é o único campeonato no mundo que você
vê uns oito times com chances de ser campeão. Isso é muito diferente.
Lá na Turquia, ficam nos três. Na Inglaterra, Espanha, Itália também é
assim. Aqui no Brasil, a emoção daqui é muito maior que isso.
Daniel: Lugano, caso o SPFC ganhe a libertadore e te convide parta jogar o mundial, você pensaria no caso?
LUGANO:
Daniel, isso não é legal. Tenho contrato com outro clube e isso a Fifa
não deixaria. Isso aconteceu com o Riquelme no ano passado. Seria uma
falta de ética da minha parte, pois têm jogadores aqui que estão em
ótimos momentos
rafa: existir algum lugar no
mundo melhor q o morumbi lotado gritando o seu nome talves esse foi o
presente q deus ti deu valeu vc sempre sera um idolo pra gente q deus
ilumini sua vida e q volte um dia estamos com saudades
LUGANO:
rafa, pra mim, eu virei torcedor do São Paulo. Minha lembrança de
Libertadores com 70 mil pessoas, com todo mundo gritando meu nome, isso
é muito especial para mim e minha família. Me encho de orgulho. Não tem
nada igual.
Bara: Fora vc, que pra nós tricolores é um mito, qual o melhor zagueiro na atualidade atuando no futebol mundial???
LUGANO:
Bara, gosto muito do Ricardo Carvalho. Sempre sério, seguro. Nunca faz
nada de mais, nunca erra por azer nada demais. Totalmente dedicado ao
time. Quando joguei contra ele, valorizei muito essa visão de grupo que
ele tem
Ti11: Lugano, o rogério foi o goleiro
que te deu mais confiança para jogar pelo fato de saber jogar com os
pés e voce ter certeza que poderia contar com ele para recuar a bola?
LUGANO:
Ti11, com certeza. Não tem comparação. jogar com Rogério Ceni no gol é
uma confiança que dificilmente possa repetir. Qualquer bola que estava
sendo pressionado, ele saía jogando com uma claridade. Melhor que todos
nós zagueiros (rs). Neste aspecto ele transmite muita segurança e faz
muito bem ao time
GabrielSM: Lugano, depois de
grandes títulos conquistados, jogando em um time de grande expressão
mundial, o quê você ainda deseja realizar em sua carreira?
LUGANO:
GabrielSM, desejo continuar ganhando muitos títulos. Se possível jogar
em um time grande de um país europeu. Gostaria de jogar no Uruguai
sendo capitão do time. Hoje seria meu principal objetivo. Na última
Eliminatória ficamos fora por um pênalti e isso me dói muito ainda
MaglorSPFC: Lugano, quem eh seu idolo no futebol?
LUGANO:
MaglorSPFC, de criança eu gostava muito do De Léon. Francesco. A nível
mundial, quando criança, o Maradona. Mas depois de grande, Paolo
Monteiro. Um pouco minha referência. Em Brasil sempre gostei de Cafú,
em 15 anos jogando no melhor nível, isso mostra de profissionalismo.
Ele é super respeitado pela pessoa que ele é
gabriel: Lugano,voce está perto de um acerto com a Juventus de Turim?
LUGANO:
gabriel, na verdade se falaram muito. A nível de imprensa. Quando a
imprensa fala é que tá havendo alguma coisa. Ainda tenho contrato com o
Fener, estou sendo muito querido lá. Quem tem que resolver isso é o
time. Sabendo que a Juventus é um dos maiores times do mundo, campeão
de Champions.
Ricardo: vc tem noçao o que foi
e é pra nossa torcida?? pra vcs terem uma idéia, tenho um filho de 9
anos que até hj quando estado brincando de futebol ele quer ser o
Lugano!!!
LUGANO: Ricardo, fico impressionado com
o Zico. Principalmente pela pessoa que ele é. É um cavalheiro. O modo
de tratar com o jogador. Ele tem um prestígio mundial impressionante.
Ele convive com a gente de um modo simples. Tem muita gente que não é
nada e é muito mala. Técnico que nunca acusa jogador. Quando o time
ganha, ganhamos todos. Quando perde, ele assuma a responsabilidade.
Todos nós ficamos com esta personalidade dele.
Ricardo: voce acha que o Zico tem experiencia pra lidar com tantas estrelas, como é o seu???
LUGANO:
Ricardo, na verdade ainda acho que não. Muita gente, amigos, se eu
tenho noção, se consigo ver. Ainda não vejo. A única vez que mais senti
isso, foi quando voltei com o Uruguai, após um ano e meio. O
relacionamento deveria esfriar, mais encontrei um carinho. No
aeroporto, hotel... Essa gente gosta de mim.
marcel: Lugano, quem é pior de marcar, Eto'o ou Drogba??
LUGANO:
marcel, acho que o pior é o Ibra, da Inter de Milão. Atacante mais
completo do mundo. Tem uma habilidade e técnica que não é normal pelo
físico e altura dele
senna: Lugano, o que
você pensa do time atual do São Paulo? Vendo de fora, o que pode ter
mudado para justificar a queda do rendimento?
LUGANO:
senna, primeiro não tem time que possa sempre jogar no melhor nível.
Por mais que se planeja bem. É difícil manter um nível espetacular.
Mesmo jogando mal ou bem, o São Paulo sempre conquista seus objetivos.
São Paulo é um time com mística que sempre está definindo. É um time
que sempre mantém a regularidade.
LUGANO:
Pessoal, estou indo. A recíproca é verdade. Ser tçao querido pelo São
Paulo e por toda sua torcida, essa identificação com o tempo só vai
crescendo. Isso mostra que a gente é honesto. Tivemos um passado que
demos o melhor pra o São Paulo. Tchau, um grande abraço!
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