terça-feira, 18 de junho de 2013

Lugano lamenta conflitos em São Paulo: 'Pesam para eu não voltar'

Diego Lugano arregalou os olhos quando ouviu a pergunta. "O que aconteceu em São Paulo?", perguntou à reportagem do ESPN.com...

Lugano lamenta conflitos em São Paulo: 'Pesam para eu não voltar'
Diego Lugano falou sobre os protestos em São Paulo
Diego Lugano arregalou os olhos quando ouviu a pergunta. "O que aconteceu em São Paulo?", perguntou à reportagem do ESPN.com.br quando questionado ssobre protestos na capital paulista na quinta-feira, que acabaram com uma truculenta intervenção policial.
Depois de ouvir, atento, a uma breve explicação sobre os fatos, o zagueiro quis saber mais. "Eram um protesto por contra do aumento da tarifa, ou porque eles querem transporte de melhor qualidade?".
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Lugano ouviu que os protestos eram mais do que os 20 centavos aumentados na tarifa. Eram protestos por melhores condições, mas iam para além disso. O capitão da seleção uruguaia acenou positivamente com a cabeça, como se entendesse as causas das manifestações. E lamentou que os protestos tenham terminado em conflito.
"Eu tento acompanhar tudo sobre São Paulo, tanto quanto vocês que moram no Brasil. Não tinha visto sobre este último protesto porque já estávamos aqui. Mas acompanhei os outros, acompanho sempre." 
A pergunta seguinte, em um bate-papo no lobby do hotel da seleção uruguaia, era óbvia. No fim das contas, esse tipo de notícia afasta o zagueiro de um possível retorno ao futebol brasileiro?
"No fim das contas? No fim das contas, não. No começo das contas isso já pesa para eu não voltar a jogar no Brasil. Essa questão de segurança é muito importante e vai ficando ainda mais importante quando estamos mais velhos. Quando eu era mais novo, eu dava muita cabeçada na parede. Agora tenho uma família", concluiu.

Fonte: esporte.msn

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Fizemos o possível, mas a Espanha foi superior, admite Lugano

O zagueiro uruguaio Diego Lugano, ex-jogador do São Paulo e atualmente no Málaga (Espanha), admitiu que a Espanha foi superior a sua seleção na estreia da Copa das Confederações. A equipe europeia superou a sul-americana por 2 a 1, na Arena Pernambuco, neste domingo.
"Tentamos defender, encontrar um esquema ideal, mas tivemos dificuldades. Conseguimos correr atrás da bola. Nós tentamos fazer o possível, mas eles foram superiores. Temos que admitir", afirmou na saída do gramado.
Autor do gol de honra do Uruguai, o atacante Luis Suárez disse que o rival desta noite é 'a melhor seleção do mundo'. A Espanha terminou o jogo com 77% de posse de bola e nove chutes certeiros ao gol. Os uruguaios mandaram apenas duas conclusões à meta de Casillas.
Com a vitória, a atual campeã mundial e bicampeã da Europa soma três pontos e assume a liderança da chave. Nigéria e Taiti fazem o outro jogo do grupo nesta segunda-feira, às 16h, em Belo Horizonte.
O jogo desta noite foi acompanhado por 41.705 espectadores. A capacidade total da arena é de 46 mil lugares.
Espanha e Uruguai voltam a campo no dia 20 de junho. Em Salvador, às 19h, os uruguaios pegam os nigerianos. Já os espanhóis enfrentam os taitianos, às 16h, no Rio.

Fonte: Folha de SP

Senta e espera: filho de Lugano vê entrevistas na Arena Pernambuco

Capitão da seleção uruguaia, o zagueiro Diego Lugano concedeu entrevistas na zona mista da Arena Pernambuco, em Recife (PE), após a derrota por 2 a 1 para a Espanha na estreia na Copa das Confederações, na noite deste domingo.
Seu filho Nicolas esteve no vestiário após a partida. O garoto, "clone mirim" do jogador, chegou a sentar no chão para esperar o pai, que era solícito com os jornalistas (Foto: Rodrigo Cerqueira).

Fonte: esportes.opovo

Lugano: 'A Espanha é muito superior a Brasil e Argentina, sem dúvida'


No discurso pré-jogo, os uruguaios destacavam o favoritismo espanhol e já se mostravam conformados com a derrota. No entanto, o domínio no primeiro tempo nos 2 a 1 deste domingo, na Arena Pernambuco, pela estreia na Copa das Confederações, aumentou a admiração ao rival.
Após a partida, o zagueiro e capitão da Celeste, Diego Lugano, foi questionado porque a seleção conseguia fazer frente à seleções como Brasil e Argentina (vale lembrar que o Uruguai foi campeão da Copa América em 2011), mas não havia se encontrado contra a Espanha. Sem hesitar, ele ressaltou a superioridade espanhola.
- Esse time da Espanha é muito superior aos times de Brasil e Argentina que enfrentamos. Não tenha dúvida disso. Tem outro conceito tático, uma posse de bola que até hoje no mundo nenhum time teve. Isso te desgasta fisicamente. Quando você quando pega a bola, já está cansado, afogado, não tem como resolver. Não conseguimos fazer frente e o Uruguai fisicamente não estava bem - disse o zagueiro, na zona mista.
A parte física foi um dos principais fatores apontados pelo capitão como motivo da inferioridade. O Uruguai jogou contra a Venezuela na terça-feira, em Puerto Ordaz (VEN), em duelo importantíssimo pelas Eliminatórias. Com a vitória por 1 a 0, a Celeste manteve o sonho de participar da Copa de 2014. Depois, os comandados de Oscar Tabárez vieram direto para o Brasil para disputar a Copa das Confederações.
- Não conseguimos nos recuperar bem fisicamente do jogo contra a Venezuela. Estávamos sem força, sem perna. A gente não conseguiu acompanhar a Espanha fisicamente, e tecnicamnete eles são muito superiores. Para fazer frente a um time desse, você tem de correr o dobro - analisou.
O Uruguai enfrenta a Nigéria nesta quinta-feira, em Salvador. No mesmo dia, a Espanha enfrentará o Taiti e deve vencer, para ficar mais perto de se consolidar na liderança do Grupo B. Então, Uruguai e Nigéria brigariam pela segunda colocação, com o Taiti correndo por fora, como azarão improvável. Por isso, os uruguaios consideram o duelo de quinta como uma "final".
- Nossa final é contra a Nigéria, como já esperávamos. Vai ser no "mano a mano" com a Nigéria para nos classificarmos na segunda colocação - afirmou Lugano.
Fonte: esportes.opovo

Superado pela Espanha, uruguaio Lugano relata cansaço em Recife

Em seu primeiro compromisso na Copa das Confederações, o Uruguai foi superado pela Espanha por 2 a 1. Envolvido pela intensa troca de passe dos campeões mundiais, o zagueiro Diego Lugano, capitão da equipe sul-americana, relatou cansaço ao final do duelo disputado neste domingo, em Recife.
“Foi uma partida muito física e nós acabamos sentindo o confronto que disputamos na terça-feira contra a Venezuela (pelas Eliminatórias). Diante da Espanha, você precisa correr o dobro do que eles. (Por isso) terminamos muito cansados”, declarou o ex-defensor do São Paulo.
Quarto colocado na última edição da Copa do Mundo, disputada na África do Sul-2010, o Uruguai corre risco de ficar fora do Brasil-2014. Atual quinto colocado nas Eliminatórias Sul-americanas, o time do técnico Oscar Tabarez precisaria jogar a repescagem para se classificar.
O atacante Suarez diminuiu a vantagem espanhola em uma cobrança de falta e o Uruguai chegou a sonhar com o empate neste domingo, mas o time europeu soube como administrar a vantagem. “Eles foram superiores e nós fizemos o que podíamos. Melhoramos no final”, declarou Lugano.
AFP
Capitão Diego Lugano se contorce para marcar o atacante espanhol Soldado durante partida disputada em Recife





 O volante Nicolas Lodeiro, jogador do Botafogo, entrou em campo aos 17 minutos do segundo tempo e melhorou o funcionamento do meio-campo uruguaio. Jogando ao lado de Diego Forlan e Rodriguez, ele foi peça fundamental para a reação diante dos espanhóis.
“No final da partida, conseguimos ficar um pouco mais com a bola e isso nos permitiu melhorar. Pena que não havia muito tempo”, declarou Lodeiro, sem perder a esperança. “Podemos brigar pelo título com qualquer adversário”, declarou o jogador do Botafogo.

Fonte: Lance.Net

quarta-feira, 20 de março de 2013

Futebol Arte Marcial – Lugano

Futebol Arte Marcial – Lugano

Quando imaginamos a passagem do Lugano pelo São Paulo FC, a primeira imagem que vem à mente é um carrinho que ele deu em Marcelo Sallas, do River Plate, na semifinal da Libertadores de 2005. O narrador Cleber Machado se surpreendeu e, na transmissão, mandou um “Ô loco, Lugano!”. Quem estava no estádio já esperava pelo cartão vermelho, que para sorte dos são-paulinos não veio. Ali, o zagueiro já era um dos ídolos da torcida. Sua camisa, a de número 5, era a mais vendida nas lojas, superando o goleiro Rogério Ceni. Difícil saber de onde surgiu a idolatria da torcida para com o uruguaio.



Lugano chegou ao São Paulo em 2003 como um mero desconhecido. Formado no Nacional e empresariado por Juan Figger, o zagueiro desembarcou no Morumbi através de fitas de vídeo. O ex-presidente Marcelo Portugal Gouveia foi quem bancou o jogador, dizendo que seria “o jogador do presidente!”

Com o treinador Osvaldo de Oliveira, Lugano sequer entrava em campo. Viu em seu começo a trágica zaga formada por Jean e Júlio Santos. Viu inclusive o lateral Gustavo Nery improvisado de zagueiro, mas nada de chances para o uruguaio. A sorte dele mudou quando Osvaldo foi demitido e o interino Rojas assumiu.



Jogando firme e na “bula”, Lugano, ainda em 2003, assumiu a titularidade do tricolor. Ao lado de Jean, a zaga sofreu poucos gols no segundo semestre. Em 2004, com a chegada de Cuca e dos zagueiros Fabão e Rodrigo, o uruguaio voltou ao banco de reservas. Até que o time passou a jogar com três zagueiros.

E em um jogo contra o Santos, a admiração da torcida virou idolatria. Já com Émerson Leão como treinador, em confronto válido pela Copa Sul-Americana, o Santos atuava com os reservas e o São Paulo com força máxima. No jogo de ida, vitória santista por 1×0. Na volta, o jogo foi mais pegado que o normal. Entradas ríspidas e lances de força brutal, com expulsões dos dois lados. No fim, o Santos ficou com a vaga. Após o jogo, jogadores do Santos foram aos microfones da imprensa e reclamaram da violência do zagueiro. Quem mais contestou foi o meia Elano.

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No dia seguinte, a imprensa caiu em cima. Não era a primeira vez que isso ocorria. Em 2003, durante uma partida válida pelo Brasileirão, o treinador do Atlético-PR, Mário Sergio, disse que era um absurdo um jogador como Lugano estar nos gramados brasileiros. Chamou o atleta de “vagabundo” e disse que não merecia ter o visto renovado para trabalhar no Brasil. O lance, que causou revolta no técnico, foi uma disputa de bola em que Lugano acertou uma cotovelada em Igor, do CAP. Em defesa do são-paulino, muitos acusaram o técnico de xenofobia. Dias depois, Mário Sérgio pediu desculpas publicamente.

Voltando ao ano de 2004, depois de toda a polêmica, São Paulo e Santos se enfrentariam novamente, agora pelo Brasileirão. Com o apelo da diretoria, a torcida do SPFC lotou o estádio. Antes do jogo começar, toda a arquibancada gritou em uníssono: “Lugano, quebra o Elano”. Dentro de campo, Elano fugiu de todas as divididas. Pediu pra sair no intervalo e o tricolor venceu por 1×0.

Em 2005, na primeira partida de Tevez contra o São Paulo, outra “chegadinha” de leve. Uma entrada por cima da bola que virou meme entre os são-paulinos. Ainda em 2005, mas pela Libertadores, teve o lance que iniciou a coluna. O carrinho por trás era passível de expulsão, mas o juiz aplicou apenas o amarelo no defensor. No fim do ano, o carrinho no Gerrard, providencial ao matar um contra-ataque do Liverpool.

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Em 2006, ninguém irritou mais o São Paulo que o atacante “Bofo” Bautista, jogador do Chivas Guadalajara. Na fase de grupos, duas vitórias dos mexicanos. Nas semifinais, um carrinho visando apenas o tornozelo do atacante. Bautista simplesmente sumiu do confronto, garantindo o tricolor na final.

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Depois do São Paulo, Lugano experimentou a idolatria na Turquia. E, claro, algumas confusões. Defendendo o Fenerbahçe, o zagueiro se envolveu em algumas brigas em campo. A principal delas foi com Emre, do Galatasaray, quando o uruguaio pegou o turco pelo pescoço! Ambos foram expulsos.

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Outro lance famoso foi quando ele deu um pisão no pé do jogador Wagner, que hoje está no Fluminense. Na ocasião, ele foi punido com um jogo de suspensão.



Lugano também aprontou pela seleção Uruguaia, na qual hoje é capitão. A mais surpreendente foi ele ter ganho o troféu Fair Play na Copa América de 2011. Logo ele, um dos representantes do Futebol Arte Marcial. Nas palavras de Sebastian “Loco” Abreu, foi como entregar o Nobel da Paz para Osama Bin Laden.

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Doentes por Futebol

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

CARAS DA COPA: LUGANO








Um dos grandes ídolos recentes da história do São Paulo e o capitão de uma das melhores seleções do mundo atualmente. Este é Diego Lugano, zagueiro uruguaio.

Revelado pelo Nacional, Lugano chegou ao Brasil sob forte desconfiança. Chamado de ‘homem do presidente’, foi contratado sem o aval de Oswaldo de Oliveira, técnico tricolor à época. Só foi ganhar espaço quando o treinador deixou o clube. E não saiu mais do time. Ganhou uma Libertadores, um Brasileiro, um Mundial e foi eleito duas vezes para o prêmio Bola de Prata.

Saiu do Brasil rumo ao Fenerbahce, onde ganhou dois Campeonatos Turcos. Tentou dar o grande passo da carreira rumo ao agora milionário Paris Saint-Germain. Acabou ficando sem espaço e mudou de ares. Está agora em outro time muito endinheirado: o Málaga. Chega à Espanha com status de titular e inscrito na Champions.






Fonte: ESPN


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Lugano considera ser difícil enfrentar adversário sem centroavante


O zagueiro uruguaio Diego Lugano, que deverá ser titular da 'Celeste' no amistoso desta quarta-feira contra a Espanha, em Doha, admitiu que acha difícil enfrentar equipes que atuam sem um centroavante de ofício, como é o caso da 'Fúria', que usa o meia Cesc Fàbregas como um "falso 9".

"É a eterna discussão que surge quando se joga contra a Espanha ou contra uma equipe como o Barcelona, que joga sempre sem centroavante e com muitos meio-campistas que têm muita mobilidade", declarou o defensor, conforme publicado nesta quarta no site da Associação do Futebol Uruguaio (AUF).

"Ter uma referência costuma facilitar o trabalho, mas também depende muito do panorama do jogo. Se é um a partida fechada e não há uma referência na área para ser acionada talvez seja melhor. O que acontece é que esta Espanha joga muito bem, tem três ou quatro meio-campistas que se movimentam, que aparecem nas costas da defesa", completou.

Lugano ainda elogiou um colega de posição, o zagueiro Carles Puyol, que nesta quarta completará 100 partidas com a camisa da seleção espanhola.

"Tenho que parabenizá-lo. Eu sei como é difícil atingir essa marca, ainda mais por uma seleção como a Espanha. Estou há alguns anos defendendo a seleção e tenho 76 partidas. É uma referência a todos os jogadores do mundo por tudo que ganhou, que jogou, e pelo que representa", exaltou.

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Amistoso Uruguai 1 X 3 Espanha [treino e jogo]